- produtos gourmet, caseiríssimos (aconselho vivamente)
- trabalhos de artesanato em barro, de pintura, de costura...
- ...
- Afinal os meus miminhos têm um destino!...Apareçam!
domingo, 20 de novembro de 2011
Avó Vicentina
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Avó simpática
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Avó confiante
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Avó artesã
A Kitty é, hoje em dia, o ídolo da criançada. A minha neta não é excepção e, se ela faz as suas delícias, por que não "engendrar" uma camisolinha com a sua personagem preferida?!
Difícil?! Nem pensar!..
- precisamos, obviamente, de uma camisola
- copiamos a gatita para um papel vegetal
- certificamo-nos que, com 3 ou 4 alfinetes, conseguimos fixar bem o papel à camisola
- com uma agulha de coser lãs, bordamos por cima do risco previamente delineado aplicando um qualquer ponto que nos seja mais familiar
- retiramos os restos do papel de vegetal
"a obra de arte" está terminada e nós muito felizes com a sensação que vamos, seguramente, agradar às nossas netas e partilhar com elas o seu mundo imaginário!...
O casaco cinzento com cores metidas já é mais elaborado, requer algum "traquejo" nestas lides. Aconselho que dêem uma espreitadela num outro trabalho já há muito exposto, em avó desafiadora (Setembro 2010) "exige só e apenas um pouco de paciência para ir desenrolando as várias lãs que entretanto se vão entrelaçando e o cuidado de dar a devida folga entre os vários fios para o trabalho não ficar repuxado. É essencial que o avesso fique perfeito; as laçadas não podem ser nem mais compridas nem mais curtas, impõem um tamanho certo, adequado como se vê na foto" palavras minhas de então, aplicáveis ao modelo actual.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Avó burlada
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Avó inspirada
Foi com este pano de fundo instável, extravagante que estes miminhos, também eles azuis, ... nasceram, cresceram, tomaram forma e se apresentam muito vaidosos e convencidos da sua singularidade!...
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Avó contemplada
Foi a pensar nas manhãs e tardes mais frescas que idealizei esta saiinha de fio de algodão com motivos emblemáticos desta época para vestir por cima de uma camisa ou t-shirt branca ou em tons de azul.
É tempo de férias (para os mais afortunados)... é altura de nos alhearmos da vida do dia a dia, de nos deixarmos andar um pouco nas nuvens, ao sabor das águas... enfim, saborearmos o relaxe, a descontracção de alguns dias por poucos que eles sejam sem esquecermos, contudo, aqueles que por um ou outro motivo, este ano, (quiçá nunca) não foram contemplados com esta benesse tão necessária, merecida, retemperadora! Bom descanso e até Setembro... se Deus quiser...
domingo, 17 de julho de 2011
Avó desconcertada
Aos dezassete anos, com o liceu terminado, cada uma seguiu o seu curso, a sua vida e, apesar de vivermos na mesma cidade, nunca mais nos tínhamos tornado a ver..
Quis o acaso que nos reencontrássemos muitos anos mais tarde... estava um dia a receber encarregados de educação quando sou surpreendida por uma mãe orgulhosíssima do seu filho ( e bem razões tinha para o ser) ... caímos nos braços uma da outra. Só tinha boas informações para lhe transmitir... o comportamento, o aproveitamento, a relação com os colegas, a sua simpatia ... era um menino de ouro... mas, tal como a mãe, único filho e tinha perdido precocemnete o pai.
Dada a conjuntura circunstancial, esse ano foi farto de reuniões, troca de conversas...
Seguiu-se mais uma década sem sombra nem rasto de qualquer uma de nós...
Um dia... indo ao volante do meu carro apercebi-me que a minha amiga ia a pé na rua... parei o carro... corri ao seu encontro... os seus cabelos já eram cinzentos, o seu sorriso ao ver-me foi discreto, cerimonioso, forçado... fiquei desconcertada e só o percebi quando, lavada em lágrimas me contou que também já tinha perdido o filho. Situação simplesmente comovente, trágica, dramática!
Vivia, (vegetava) com e para a mãe a quem prestava assistência, a sua primeira e última companhia.
E o tempo foi caminhando...
Prometi-lhe a ela e a mim própria que nunca mais nos iríamos perder de vista.
Quem sabe se lhe vou conseguir incutir o gosto pelo tricô e, como Vicentinas que somos, ainda iremos fazer muitos casaquinhos como estes para bebés de famílias mais carenciadas?